Acervo - O Candeeiro
Ambientalista luta pela preservação da Mata Nativa da Serra Verde
RN - SEAPAC - Acesso à Água -

O sítio Catruco, onde vivem o Professor Nino, a esposa Simone e filha Júlia, está na propriedade dos pais, situada na serra verde, no município de Lajes Pintadas, região Trairi do Rio Grande do Norte. A luta do Professor é preservar espécies de árvores da mata nativa e faz experimentos com a introdução de plantas na Mata Atlântica. "A que mais se adaptou foi o pau-brasil", diz o professor

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Cultura de cores, sabores e resistência no Semiárido
RN - NÚCLEO SERTÃO VERDE - Acesso à Água -

Natural da cidade de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte, Maria de Fátima Fonseca, mudou-se em 2001, com sua mãe Maria Salete de 80 anos, desde então mora no Assentamento Nova Descoberta, localizado na Zona Rural de Assu/RN.

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Jovem agricultor persevera e realiza um grande sonho
RN - FETRAF - Acesso à Água -

O jovem Salatiel José Claro, de 22 anos, mora no Sítio Tijuca no município de Riachuelo (RN). É um jovem ativo na agricultura familiar, que traz a tradição dos pais para sua vida. Filho de Francisca Maria Claro e Antônio Claro Pinto, Salatiel conta a felicidade de viver da agricultura. Eles pesquisam e conversam sobre criação de galinhas.

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“Produzir mais no meu quintal e no lote é um sonho antigo e que tô realizando”
RN - CF8 - Acesso à Água -

Francisca Maria de Oliveira, 56 anos, mais conhecida como Francisca do Picolé, aprendeu a trabalhar na roça muito nova. Já morou na cidade, mas é no campo que ela encontra a felicidade. No quintal, cultiva frutíferas como goiaba, acerola, manga, amora, tem sua horta, as plantas medicinais e ornamentais. E destaca a dificuldade de produzir no lote devido à falta de água e do quanto a cisterna de produção vai possibilitar ampliar o seu trabalho.

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P1+2: acesso à água, convivência com o semiárido e sabedoria popular na zona rural de Mossoró
RN - CF8 - Acesso à Água -

A comunidade Cabelo de Negro, município de Mossoró/RN, sempre enfrentou grandes problemas de acesso à água, o que dificulta a vida das famílias que trabalham na agricultura. Com a construção das cisternas do P1+2, a população local enxerga uma alternativa para esse problema e destaca que é preciso ter conhecimento sobre o clima e sobre as plantas para ter uma boa produção e que com as condições adequadas é possível tirar o sustento da família.

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