Acesso à Água
20.12.2016 PB
Insa lança plataforma interativa para monitorar reservatórios do Semiárido brasileiro

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Por Ascom do INSA

O sistema de monitoramento trabalha com o recorte de 452 reservatórios distribuídos em nove estados da região semiárida | Foto: Divulgação

O sistema Olho N’água, desenvolvido em parceria com a UFCG monitora o volume de água disponível nos reservatórios do Semiárido brasileiro. Desse total, cerca de 65% está com armazenamento abaixo de 10%.

O Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTIC), em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) por meio do Laboratório Analyctis do Departamento de Sistemas e Computação (DSC) lança nesta quarta-feira (21), às 9h, na sede do instituto o sistema Olho N’água, uma versão interativa de monitoramento dos reservatórios do Semiárido brasileiro.

A proposta tem como objetivo compartilhar com a sociedade informações atualizadas da disponibilidade de água dos reservatórios que abastecem cerca de 24 milhões de habitantes da região. O Olho N’água integra o Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido Brasileiro (Sigsab), que reúne e disponibiliza informações econômicas, sociais, ambientais e da infraestrutura do Semiárido.


Sistema de alerta

O sistema de monitoramento trabalha com o recorte de 452 reservatórios distribuídos em nove estados da região sendo: Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, todo juntos totalizam 40.256 hm³ de capacidade máxima de armazenamento.

No sistema interativo existe a seção Informe-se onde o usuário pode realizar uma consulta sobre os níveis dos reservatórios e se cadastrar para receber atualizações através do Messenger da página oficial do Facebook oficial do Olho N’água.

As informações utilizadas para o monitoramento dos níveis dos reservatórios são provenientes da Agência Nacional de Águas (ANA), Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (AESA), Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC). Além destes, destacam-se a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (COGERH), Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS), Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte (SEMARH-RN).